Tem exatos sete anos que meu melhor presente chegou.
Chegou sendo meu primo, como todos os outros que tenho. Mas desde quando ele estava na barriga sentia algo especial por ele. Quando ele nasceu foi amor à primeira vista (a minha claro).
Pequenininho, mas lindo!!!!
E foi com ele que eu aprendi o que é amar sem pedir nada em troca. Amor puro, verdadeiro, simples e ao mesmo tempo tão complexo.
No meu aniversário de 2001 eu recebi um ramo de flores perguntando se eu não queria ser madrinha dele.
Não houve presente melhor.
Dizem que quando temos um filho passamos a ter o nosso coração fora do nosso corpo. Eu tenho certeza que nele está meu coração.
Somos parecidos em muitas coisas: amamos chocolate e depois de comê-los, sempre temos que tomar coca-cola (ligth de preferência). Conseguimos ocupar a cama toda (mesmo ela sendo de casal ou king heheheh) enquanto dormimos e passeamos por ela toda sem perceber, adoramos dormir tarde e acordar tarde. Adoramos os mesmo biscoitos, temos várias manias parecidas entre tantas outras coisas.
É com ele que eu me preocupo todos os dias. E por ele que peço a Deus sem nunca esquecer.
Quando viajei para a Europa foi dele que senti mais saudade. Sua presença me faz mais feliz, me faz mais leve. Queria estar com ele na Disney e chorei, sem vergonha, no desfile de luz quando lembrei dele.
A saudade que sinto quando ficamos separados dói.
Ultimamente tenho estado com ele menos do que gostaria, mas não tenho dúvidas do quanto ele sabe que o amo.
Babo quando ele lê e escreve para mim. Babo com suas conquistas e vitórias. Adoro seu jeito levado e arteiro. Amo seu olhar, seu cabelo loiro.
Adoro o jeito como me respeita e obedece. Não preciso falar. Ele conhece meu olhar. Sempre conheceu. Sabe quando estou feliz, quando desaprovo algo, quando o olho com amor. E eu entendo perfeitamente o dele.
Adoro passar meus finais de semana com ele.
Ele sente ciúmes das pessoas que me amam. Especialmente de uma :)
Mas tenho certeza que também sentirei ( e sinto). Imagina como será conhecer sua primeira namorada? Me dá calafrios.
Não me chama mais de dindinha. Mas sempre se refere a mim dessa forma.
Está crescendo. Rápido demais. Já não consigo pegá-lo no colo com facilidade. Outro dia chamei-o de bebê da dinda na escola e ele me pediu para falar baixo para não pagar mico.
Meu companheiro. Meu amigo. Meu amor. Meu afilhado.
Adoro isso MEU AFILHADO.
Que Deus o proteja e dê a ele muita saúde. SEMPRE.
A dinda ama ele demais.
Chegou sendo meu primo, como todos os outros que tenho. Mas desde quando ele estava na barriga sentia algo especial por ele. Quando ele nasceu foi amor à primeira vista (a minha claro).
Pequenininho, mas lindo!!!!
E foi com ele que eu aprendi o que é amar sem pedir nada em troca. Amor puro, verdadeiro, simples e ao mesmo tempo tão complexo.
No meu aniversário de 2001 eu recebi um ramo de flores perguntando se eu não queria ser madrinha dele.
Não houve presente melhor.
Dizem que quando temos um filho passamos a ter o nosso coração fora do nosso corpo. Eu tenho certeza que nele está meu coração.
Somos parecidos em muitas coisas: amamos chocolate e depois de comê-los, sempre temos que tomar coca-cola (ligth de preferência). Conseguimos ocupar a cama toda (mesmo ela sendo de casal ou king heheheh) enquanto dormimos e passeamos por ela toda sem perceber, adoramos dormir tarde e acordar tarde. Adoramos os mesmo biscoitos, temos várias manias parecidas entre tantas outras coisas.
É com ele que eu me preocupo todos os dias. E por ele que peço a Deus sem nunca esquecer.
Quando viajei para a Europa foi dele que senti mais saudade. Sua presença me faz mais feliz, me faz mais leve. Queria estar com ele na Disney e chorei, sem vergonha, no desfile de luz quando lembrei dele.
A saudade que sinto quando ficamos separados dói.
Ultimamente tenho estado com ele menos do que gostaria, mas não tenho dúvidas do quanto ele sabe que o amo.
Babo quando ele lê e escreve para mim. Babo com suas conquistas e vitórias. Adoro seu jeito levado e arteiro. Amo seu olhar, seu cabelo loiro.
Adoro o jeito como me respeita e obedece. Não preciso falar. Ele conhece meu olhar. Sempre conheceu. Sabe quando estou feliz, quando desaprovo algo, quando o olho com amor. E eu entendo perfeitamente o dele.
Adoro passar meus finais de semana com ele.
Ele sente ciúmes das pessoas que me amam. Especialmente de uma :)
Mas tenho certeza que também sentirei ( e sinto). Imagina como será conhecer sua primeira namorada? Me dá calafrios.
Não me chama mais de dindinha. Mas sempre se refere a mim dessa forma.
Está crescendo. Rápido demais. Já não consigo pegá-lo no colo com facilidade. Outro dia chamei-o de bebê da dinda na escola e ele me pediu para falar baixo para não pagar mico.
Meu companheiro. Meu amigo. Meu amor. Meu afilhado.
Adoro isso MEU AFILHADO.
Que Deus o proteja e dê a ele muita saúde. SEMPRE.
A dinda ama ele demais.

Bebê. Muito bebê. Desde essa época bebê da dinda.








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