sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Esse ano quero paz no meu coração....

Para mim, último dia de 2007. Os próximos quatro dias são longe do computador e de tudo aquilo que se passou em 2007.
Que ano!
Um ano de extremos. De momentos muito bons, maravilhosos e inesquecíveis. Mas também de momentos muito tristes, também inesquecíveis e doloridos.
Um ano marcado de superações, de surpresas e de coragem.
Foi o primeiro ano em que todas as metas escritas em 2006 foram cumpridas. Foi um ano de muitas batalhas. Foi o ano em que tomei muitas decisões importantes e muita coisa ficou para trás.
Tive três perdas muito doloridas. Uma que nunca mais deixará de ser perda, uma que está sendo resgatada e outra que eu ainda não sei como ficará um dia.
Foi o ano que mais chorei. Chorei de alegria, de tristeza, de dor, de saudade, por motivos inexplicáveis.
Foi o ano que mais me conheci. Vinte e poucos dias sozinha viajando pela Europa fazem você conhecer coisas sobre si mesmo que nunca imaginou descobrir.
Para 2008 não tenho listas, não tenho muitos pedidos...
Um ano que será cheio, que já está com muita coisa traçada...
E fica o pedido:
"No próximo ano quero paz no meu coração".

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Pessoas

Pessoas

Pessoas são engraçadas.
Nem sempre fazem o que pensam.
Nem sempre pensam, mas sempre fazem.
Pessoas machucam querendo fazer o certo.E às vezes fazem o certo mesmo.
Às vezes machucam.
Às vezes erram.
Às vezes acertam.
Pessoas machucam, se machucam.
Pessoas por vezes se confundem, escrevem coisas confusas.
Ouvem uma coisa e entendem outra.
Entendem o que queriam ouvir.
Tentam abrir a porta passando através dela, sem pensar nas consequências.
Pessoas tentam ser felizes, e choram enquanto o fazem.
Pessoas perguntam: "Por que é tão difícil?"Nem sempre sabem responder.
Mas pessoas não desistem (ou não deveriam).
Pessoas buscam e sabem que vão conseguir.
Têm a capacidade única na natureza de acreditar no que ainda não se vê.
Lutam.Buscam.Sonham.Conseguem. Recomeçam. Reinventam. Recriam. Reiniciam.
Pessoas acreditam.
Eu, ainda acredito nas pessoas.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Jabuticabas

Hoje fui na minha avô e como a jabuticabeira estava muito cheia, resolvi tirar umas jabuticabas.
Infeliz idéia!
Tem coisas que só devemos fazer com determinadas pessoas.
Tirar jabuticabas só deveria acontecer com o meu avô.
Hoje ele fez muita falta...
Acho que as jabuticabas perderam a graça.
:(

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Por favor!

wwlguém poderia fazer o final de semana chegar logo??????
Estou muito cansada e ainda estamos na terça-feira. :(

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Para não esquecer!

A preguiça é um pecado capital. E hoje como me deixe levar por ela, tive o castigo que merecia hehehe.
Inacreditavelmente a história que vou contar é verdade. Mas o inacreditável é que eu não perdi o bom humor...
Hoje eu tinha que ir à UERJ. Estava com muita preguiça de ir de carro. Dirigir um tempão, procurar vaga e depois voltar no engarrafamento.
Decidi que iria de ônibus.
Minha irmã tentou me alertar das dificuldades de andar de 383 (ela achou que eu tivesse esquecido). Mas eu estava decidida.
Sai de casa e fui para o ponto.
Que sorte! Em menos de cinco minutos veio o ônibus, entrei e sentei. Isso me possibilitou ler um pouco, descansar, pensar....
Cheguei a UERJ em menos de uma hora.
Ainda não poderia falar que tinha feito a escolha certa, afinal de contas ainda tinha a volta.
Fiquei um pouco mais de duas horas na UERJ
Quando sai fui para o ponto e rapidamente veio o ônibus e eu SENTEI. Incrível não?
O ônibus encheu, mas eu estava sentada, sem problemas, olhando a rua, vendo a chuva....
Tinha feito a escolha certa. Não me cansei dirigindo e não me estressei com o trânsito.
Mas.... quando chegou em Quintino o que acontece/
O Ônibus lotado quebra!!!!!
Eu só fiquei imaginando como eu de blusa branca, sairia do ônibus para entrar no outro que estaria lotado.
Detalhe eu não tinha guarda-chuva.
Decidi não descer do ônibus, afinal chovia muito e eu não queria me molhar.
Quando veio o outro ônibus (lotado) eu fiz uma coisa surpreendente. Sai do ônibus correndo e entrei no outro. Eu Fui a primeira. Não me perguntem como consegui isso.
Minhas corridas e caminhadas fizeram efeito.
Quando entrei no ônibus vi que a situação era pior do que eu imaginava. Não precisei nem me segura e fiz uma sauna grátis. Porque com a chuva todo mundo resolveu fechar a janela e ficou muito quente.
Depois de superada essa etapa, surgiu uma outra preocupação.... eu não tinha guarda-chuva. O que faria quando descesse do ônibus.
Comecei a pensar na minha capa de chuva. Porque eu tenho hábitos franceses e agora só uso capa de chuva (hehehehe).
A capa de chuva estava no carro. Logo eu tinha cometido dois erros: ir de ônibus e deixar a capa de chuva no carro.
Quando desci, tive que vir correndo, pegando toda a chuva e me preocupando com a blusa, que graças a DEus não me causou problemas.
Dessa história ficam dois aprendizados:
1° da próxima vez tenho que perder a preguiça e dirigir. Não é certo encher o ônibus. Coitada das pessoas que precisam usar o ônibus.
Dane-se consciência ecológica.
2º Capa de chuva deve ficar na bolsa, visto que eu raramente precisarei dela estando de carro.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Não sei se o mundo é bão.


Minha cor
Minha flor
"Meu caro"

Quarta estrela
Letras, três
Uma estrada

Não sei se o mundo é bão
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
e perguntou:
Tem lugar pra mim?

Espatódea
Gineceu
Cor de pólen

Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas

Não sei quanto o mundo é bão
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim

Não sei se esse mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
"Se não fosse você"



Ultimamente tenho ouvido bastante o cd do Nando Reis. Toda vez que toca essa música, ele vem em meus pensamentos.
Meu pequeno.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

1 mês


Saudade

Dois meses.


Hoje fazem dois meses que eu cheguei lá.
As expectativas já não eram as mesmas do início da viagem. Eu estava cansada, vindo de Roma, sem dormir direito, sozinha, sem ter tido muito com quem conversar. Os planos haviam mudado. A questão da língua começava a complicar.
Se no início eram 5 dias em Paris, em Roma mudei de planos. A idéia passou a ser chegar em Paris, ver a torre e dormir por lá no máximo um dia e voltar para Barcelona ou mesmo para o Brasil.
Cheguei em Paris sozinha, fui para o albergue e quando cheguei lá descobri que minha reserva havia sido cancelada. Comecei a ter certeza que estava na hora de voltar.
Resolvi ir logo na torre e decidir o que faria a partir desse momento.
Pedi informações de como se chegava lá e fui.
Tudo mudou quando cheguei lá...
Assim que sai do metrô avistei a torre. Gigantesca, imponente, maravilhosa. Exatamente como eu imaginava.
Quando cheguei em frente a ela, tinha um senhor brasileiro que estava tirando esse tipo de foto que coloquei. Pedi que ele tirasse uma para mim e dai em diante foram muitas, muitas fotos.
Apesar de ser mais de sete horas da noite o dia ainda estava claro. O local estava muito cheio. Eu queria esperar anoitecer. Dei uma volta pelo quarteirão. Queria observar a torre de todos os cantos.
O clima estava muito gosto. Os 46 graus de Roma já haviam ficado para trás. Um friozinho maravilhoso fazia parte do cenário.
Quando voltei para a Torre lembrei que só havia tomado café da manhã. Comprei um sanduíche, uma coca-cola e sentei na grama.
Pensei em tantas coisas, em tantas pessoas. Queria muito que muita gente estivesse ali, mas estar ali sozinha foi muito bom.
Eu estava realizando um sonho e os pensamentos voaram.
Confesso que me senti "foda" naquele momento. Eu havia chegado em Paris "sem ajuda de ninguém", me virando como podia, falando como sabia. O sentimento era inexplicável.
Fiquei muito tempo deitada no chão, pensando e observando.
Fiz amizade, bati papo e me emocionei quando as luzes acenderam.
Quando sai dali tinha uma certeza, tinha feito a coisa certa. A viagem tinha sido minha melhor escolha.
Outra certeza é que no futuro quero voltar com alguém ali, para deitar na grama, com um cobertor e um vinhozinho. Não existe lugar mais romântico.

No momento, uma saudade danada desse lugar e muita, muita vontade de voltar para lá e por lá ficar um bom tempo.... para isso acho que ainda não tenho coragem.

domingo, 16 de setembro de 2007


quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Falar sozinha!

Essa semana estava conversando com um amigo sobre falar sozinha.
A conversa começou devido a um post neste blog em que eu falava sobre isso.
Desde segunda comecei a prestar atenção.
Eu falo MUITO sozinha. Não que eu fique em casa conversando comigo mesmo, mas dirigindo é incontrolável.
Desde papos bobos sobre o trânsito até altas divagações sobre a minha vida, rolam todos os assuntos enquanto estou lá, no carro com minha música e meus pensamentos.
Quem vê do lado de fora deve ficar imaginando "Tadinha dessa menina...louquinha".
Mas confesso, quando percebo que alguém está olhando finjo que estou cantando.

Em falar em dirigir, quem lê esse blog (ninguém comenta, mas o blog tem bastante acesso diário), poderia sugerir música para eu gravar e fazer cds bem legais para o carro?
Não aguento mais os meus cds.

Ninguém merece.

Dizem que depois da tempestade sempre vem a bonança.
Essa semana aconteceu diferente, primeiro a bonança...depois a tempestade.
Ninguém merece depois de um final de semana ótimo, dormir todos os dias depois de duas horas da manhã, ficar gripada, com dor no corpo, na cabeça e na garganta e não conseguir dar conta do que tem que fazer.
Hoje eu consegui fazer realengo - uerj - puc - sulacap.
Pelo menos o final de semana parece que vai ser bom. Adoro quando eu tenho que escolher o que farei!
:)

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Feriado, tudo que eu precisava.




Eu estava precisando de férias, mesmo tendo voltado da Europa a tão pouco tempo.


Mas a verdade é que a viagem foi ótima, mas muito cansativa e os acontecimentos que ocorreram no mês de agosto fizeram com que eu perdesse todo o meu pique.


O melhor de tudo é que nada do feriado foi planejado ou pensando.


Inicialmente eu não iria, estava super desanimada, meio sem ter com quem ir... mas tudo se resolveu de repende.


Bruno me pegou em casa e das 22 horas de quinta-feira e até às 16 horas de domingo não houve um momento onde a diversão não fosse a prioridade.


Não houve engarrafamento, indecisão, falta de ter ido a praia ou ronco que estragassem um minuto do feriado.


Bruno, impagável como sempre, ensinou a todos a utilizar a via expressa.


Não haviam planos, a única ordem era....deu vontade tem que fazer.


Faltou ir à praia, afinal de contas estou quase ficando transparente...mas isso a gente resolve na Barra da Tijuca ou no quintal de casa mesmo.


Um final de semana prolongado sem estresses, sem pensar em problemas, em textos para estudar. Sem lembrar de coisas ruins ou que me deixassem tristes.


Feriado perfeito.


Quando é o próximo hein?




quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Quatro amigas...


Os textos do blog não andam muito em ordem cronológica, mas estou tentando atualizá-lo com as coisas de importante que aconteceram enquanto eu simplesmente não tinha tempo de vir aqui.
Não que eu já tenho tempo, mas não quero esquecer o que tenho vontade de escrever.
Agora vamos ao post.


Mais uma vez estávamos nós quatro reunidas. Em uma mesinha de bar quatro pedagogas há alguns anos formadas. Basicamente as quatro trabalhando com educação. Muitas coisas mudaram, muitas coisas continuaram iguais.
O tempo não trouxe grandes mudanças físicas. Uma casada, duas solteiras e uma com o antigo namorado. Nenhum sobrinho ainda chegou ao grupo.
Tanta coisa aconteceu ao longo desses dois anos sem encontro, mas a amizade não mudou. Continua lá, do mesmo jeito do último encontro.
Risadas foram predominantes durante as horas que passamos juntas. Parece que o tempo voltou, que continuávamos as mesmas que pegávamos o 383 juntas enquanto uma volta de carro para casa.
Foi com elas que eu aprendi muita coisa. Foram elas que dividiram comigo as aulas matadas para namorar, que assinaram para mim enquanto eu chegava atrasada por causa do trabalho, que dividiram comigo as minhas chatices por querer tudo sempre certo. Foi com elas que me tornei mais descontraída.
As histórias no 383, que poderiam formar um livro, são revividas a cada encontro. O joelho que saiu do lugar, o desmaio dentro do ônibus, os tombos, as sardinhas em lata e tantas outras coisas.
A faculdade não trouxe só o conhecimento pedagógico. Trouxe também amizades que ficarão, independente do intervalo entre os encontros.
Foram 3 horas juntas a base de muita conversa e muita coisa engraçada. Que o próximo não demore tanto tempo para acontecer.

E o melhor de tudo....
Quando cheguei em casa a amiga que faltava tinha me achado no orkut.
Batemos um longo papo no msn. Agora só falta ela voltar para o grupo estar completo.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Saudade dói.

Quem nunca sentiu, um dia, com certeza sentirá saudade.
De todos os sentimentos do mundo, para mim, não existe pior.
Saudade da infância, do amigo da infância que juramos amizade eterna e que por vários motivos nunca mais vimos. Saudade do jardim de infância onde nossa única obrigação era cobrir pontinhos e brincar no parquinho.
Saudade da adolescência, das dúvidas e questionamentos. Do primeiro beijo, dos papos entre amigos. Da banda que foi formada. Das amigas. De ler Carícia e tantas outras revistas. Das festinhas entre amigos, onde um levava refrigerante e o outro salgadinho.
Saudade da festa maravilhosa que você teve. Da viagem inesquecível. Da comida que você só conheceu naquele lugar.
Saudade do namorado. Do amigo que foi morar longe. Da amiga que casou e não vai mais para a noitada ou ao shopping com você.
Saudade do cheiro de um lugar inesquecível ou do cheiro daquela comida que você adora.
Saudade.
Já senti saudade. Saudade de todo tipo. Saudade gostosa. Saudade enlouquecedora. Saudade grande. Saudade pequena...
Mas nunca tinha experimentado a saudade do nunca mais (pelo menos neste plano de vida).
Saudade que não enlouquece. Saudade que não é gostosa.
Saudade que dá um nó na garganta, que em silêncio dói lá no peito e ninguém pode sentir ou perceber.
Saudade do nunca mais, talvez a mais silenciosa, talvez a que mais doa.
Saudade em saber que você nunca mais verá. Nunca mais sentirá a mão, o cheiro, o olhar. Saudade de você saber que os dias 10 de junho nunca mais serão dias de comemoração. Saudade de jogar buraco, de ter quem abrisse o portão e teimasse em ficar atrás do carro.
Saudade de vê-lo no sofá. De conversar.
Saudade de segurar em sua orelha, uma das minhas prediletas.
Saudade de não poder mais pegar jabuticaba, manga e acerola. De vê-lo teimando em subir nas escadas.
Saudade de vê-lo andar de bicicleta....
Saudade que chega devagar e que vai ficando, quietinha, sem grandes sinais exteriores.
Saudade de quem eu amei e tive certeza que soube do meu amor.
Saudade de alguém que deve estar em um ótimo lugar.
Mas essa saudade, que teima em ficar....

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

O que fica da viagem!

Esse post talvez não termine hoje....

Quando eu programei a viagem, nunca imaginei que poderia chegar tão longe. Nunca imaginei que fosse capaz, de sozinha, alcançar um vôo tão distante. Nunca pensei que fosse capaz de conquistar tantas coisas ao mesmo tempo e nunca pensei que teria sensações e emoções tão fortes quanto as que vivi.
No dia em que comprei a passagem senti um friozinho na barriga, uma mistura de medo e satisfação. Mas eu não sabia o que me esperava.
Foram alguns dias de planejamento. Meses de espera e expectativa.
Eu duvidava de que fosse conseguir viajar sozinha. EU ODEIO IR AO SHOPPING SOZINHA.
Mas a gente pode tudo aquilo que a gente sonha. E a gente é muito mais forte do que a gente espera.
Da viagem eu não trago só lembranças, recordações, fotos ou presentes. Muita coisa ficou, muita coisa mudou. Eu cresci, eu mudei, eu aprendi.
Eu aprendi que solidão é a pior coisa do mundo. Que amigos e família fazem muita falta na minha vida.
Eu descobri que viajar sozinha é o máximo, mas às vezes é um saco.
Que falar sozinha e bater papo consigo mesmo é muito dez e que a gente bate altos papos com nossa cabeça. (papo de maluco).
Que passar um dia sem dar uma palavra e português é terrível.Que aprender inglês é fundamental.
Que você pode ser mudo, surdo ou falar só português, se você quiser você vai chegar.
Eu aprendi que não importa se você está na Europa, no Japão ou em qualquer lugar do Brasil, algumas pessoas, mesmo a quilômetros de distância, estarão ao se lado sempre. E te farão companhia em qualquer situação.
Algumas pessoas foram comigo e viajaram comigo, mesmo distante.
Algumas pessoas me acompanharam e sentiram o que eu senti. Vibraram comigo. Quando eu fiquei triste também ficaram e podiam perceber minhas emoções por uma simples conversa no msn. (Não é Vivy?)
Algumas pessoas vão virar as costas quando você precisar e você terá que ser forte e saber que naquele momento você só pode contar com você.
Também aprendi que quando temos que fazer algo por alguém deve ser independente de reciprocidade. Não podemos cobrar retorno daquilo que fizemos. Mas temos que aprender quando algo nos é negado.
Algumas pessoas vão te oferecer ajuda sem pedir nada em troca, falando: "Calma! Se você quiser vou ai te buscar". E não importa o quanto esse ai seja distante.
São nessas horas que descobrimos quem está do nosso lado, não importa a situação.
Eu redescobri meu amigo, meu pai. O cara que eu amo e que fazia muito tempo que havia esquecido o quanto era meu parceiro.
Eu superei minha timidez e bati muito papo, conheci muita gente.
Perdi muitooooo das minhas frescuras. Dormi em aeroporto, virei noite na porta da casa de amigos, passei a ser mais paciente, mais tolerante e calma. Muito calma, ficar 15 horas em um aeroporto não é fácil. Comi qualquer coisa. Usei roupa amassada e por ai vai.
Eu tive duas grandes perdas antes da viagem e aprendi que não existe nada que nos faça superar aquilo que não queremos. Só superamos quando desejamos.
Hoje eu to mais leve, mais tranqüila e mais feliz.
Hoje eu sou capaz de sair com pessoas que tenho pouca intimidade, bater altos papos e me divertir (Relembrando ontem)
Não foi a Europa ou a viagem que me fizeram assim, foi o meu querer, sem esquecer do apoio de muita gente.
O gostinho da superação dos obstáculos que nós colocamos em nossas vidas não tem como explicar. É bom demais!
Eu pude constatar mais uma vez que educação é tudo. Quem educa a criança reduz muito seus problema com os jovens.
Infelizmente nós somos terceiro mundo e enquanto não houver interesse dos governantes em investir em educação seremos sempre terceiro mundo.
Aqui as pessoas jogam papéis das janelas dos carros, picham os monumentos, poluem as cidades, não dão valor ao que tem.
O governo não investe em educação, em transporte, não estimula uma vida saudável entre tantas coisas.
Se você jogar um papel no chão na Europa, um cidadão comum cata o papel, porque ele simplesmente valoriza o país dele. São essas diferenças básicas que mudam um país.
Eu amo o meu país, mas não vejo solução para ele.
São tantas idéias. Tantos pensamentos que eu até me perco. Esse post terá continuação.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Tentando voltar para casa.

Sinceramente esse post é o único que não tenho paciência de escrever.
Entre a hora do vôo inicialmente marcada e a hora que cheguei em casa forma 38h entre vôos e aeroportos.
Quinze horas esperando no aeroporto de Madri, 11 horas de vôo, 11 horas no aeroporto de SP e 1 hora de vôo para o Rio.
Descaso, falta de informação e falta de competência marcaram esse dia.
Sem grandes comentários.
Dia que deve ser apagado da viagem.

Madri!

Depois de muito viajar voltei a Madri para poder pegar o vôo de volta para o Rio.
Cheguei em Madri às sete horas, num vôo chatinho, com várias crianças chorando.
Do aeroporto, com minhas várias malas, fui para a casa do Lú.
Cada vez que eu ia para um aeroporto jurava que na próxima viagem não compro nada hehehehe.
Cheguei na casa do Lú, tomei um banho e fiquei um pouco na internet, não sem antes gastar muitos minutos do cartão do telefone que as meninas em Amsterdam haviam me dado.
Quando o Lú chegou do trabalho ficamos conversando um pouco e fazendo inveja na Tha por estarmos juntos. :P
Depois saímos, mas já era meio tarde e os lugares em Madri fecham super cedo.
Primeiro fomos comer um sanduíche em um restaurante, depois fomos tomar uma cerveja (ele, não eu).
A Adriana (amiga do Lú) apareceu por lá r batemos um papo ótimo.
Fomos expulsos várias vezes de vários lugares. Mas foi divertido. Andamos bastante e dessa forma batemos muito papo.
Voltamos para casa por volta das quatro horas da manhã.
O Lú foi dormir e eu fiquei um pouco na internet e organizei minhas coisas.
Fui dormir já eram cinco horas da manhã.
Apaguei e só acordei às dez horas.
Foi só o tempo de tomar um banho, pegar minhas coisas e ir para o aeroporto.
Eu não sabia o que me esperava por lá.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Um lugar que deixa saudade!





























Amsterdam - terceiro e último dia!

De todas as cidades que passei e amei, Amsterdam com certeza é aquela que com certeza eu voltarei.
Uma cidade calma, fresca e muito bonita. Seus canais, seu verde e sua tranqüilidade com certeza me encantaram.
No último dia em Amsterdam combinei com a Ana e com a Elisa de irmos ao museu da Heineken e de andarmos de bicicleta.
Quando chegamos ao museu descobrimos que só abri às onze horas da manhã, o que atrapalhava um pouco nossos planos, pois eu tinha que sair do albergue às 14:30h.
Quando entramos no museu ADORAMOS!
Um museu diferente, interativo e com várias atrações. Rimos muito! Em um momento era possível fazer um clique com uma música da Heineken. Em outro era possível bater fotos, além de você entrar em um brinquedo e fazer papel da garrafa ou de você fingir que anda de carruagem.
O museu inteiro conta à história da cerveja de forma criativa e participativa. Nós divertimos um bastante lá.
Quando saímos do museu voltamos ao albergue, guardamos as coisas e fomos alugar as bicicletas. Quando chegamos lá, descobrimos que só alugavam as bicicletas por três horas era caro, ou seja, eu não aproveitaria quase nada, pois só podia andar por meia hora.
Decidimos dar uma volta no centro. Comprei algumas coisinhas, almocei e voltei para o albergue.
Peguei minhas malas e fui para o aeroporto.
Dessa vez as malas estavam pesadas, mas eu estava mais tranqüila para carregá-las.
Amsterdam deixou saudades!

domingo, 5 de agosto de 2007

Segundo dia em Amsterdam


Muita cara de sono.



Eu quero!!!!!!!!!!!


Museu Van Gogh














A minha foto não ficou das melhores, mas eu quero mostrar o campo de flores.






Amigos de Amsterdam







Amsterdam - dia 2

Se quem tem quem boca vai a Roma, eu precisei de um papel e cheguei a Haia.
Neste dia eu tinha marcado de sair com as meninas que havia conhecido no albergue. Mas eu estava muito cansada e com sono e resolvi dormir um pouquinho mais. Afinal de contas ninguém merece acordar as seis e meia da manhã.
Quando pensei em ir a Haia ver os moinhos não tinha idéia de como fazer isso.
Como não falo inglês, o jeito foi pegar um papel e uma caneta e escrever o que eu queria. Cheguei na estação do trem e falei para o atendente (em inglês):
- Eu não falo inglês. Você fala espanhol.
Como eu já sabia a resposta, não óbvio. Mostrei o papel e ele me respondeu por escrito. (eu consigo entender, mais ou menos o que escrevem em inglês).
Ele me deu os bilhetes, eu paguei e lá fui eu.
Cheguei em Haia, dei uma volta, vi uns campinhos de flores, um museu e peguei o trem de volta. A graça do passeio estava no trem. Infelizmente foi impossível bater fotos, porque o trem andava rápido. Mas no passeio pude ver os moinhos, antigos e novos, as criações de vacas, algumas casas antigas de holandeses e algumas plantações de flores.
Ótimo passeio.
Quando cheguei em Amsterdam, almocei e fui fazer o passeio de barco. Também foi ótimo, mas não é fundamental.
Fui ao museu Van Gogh que é fenomenal e depois fui comprar as lembrancinhas de Amsterdam.
Em Amsterdam as coisas funcionam de forma diferente, tudo num ritmo mais calmo e mais gostoso.
Pela primeira vez na vida comprei maquiagem para mim. :) Milagres acontecem.
Fui ao albergue, jantei e fui para a internet. Lá encontrei com a Ana e a Elisa e combinamos de ir conhecer um coffe shop de noite com uns argentinos amigos delas.
Voltamos para o albergue, nos arrumamos e lá fomos nós.
Estava muito frio. 13 graus. Só que o frio de lá é diferente do frio daqui porque venta muito e o vento é muito gelado.
Ficamos um bom tempo batendo papo lá no "barzinho".
Quando chegamos ao albergue batemos mais papos, fizemos os planos para meu último dia de Amsterdam e fomos dormir.
Dia surpreendente.

Um post especial!

BOm... escrevi sobre Paris, sobre Roma, sobre Barcelona e Madri.
Mas esse post não falará de lugares e sim dos franceses.
Com a licença de quem tem que dar licença, mas olhar não é pecado e eu quase passei mal na França.
Se Paris é linda os franceses completam o cenário, ou talvez tornem a cidade tão especial.
Para encurtar a história.
Imaginem a cena:
Eu no metrô, indo para algum lugar. Eu com sono, com muita preguiça.
entra no metrô um francês. Nem loiro, nem moreno. Cabelos castanhos claros. Olhos azuis. De terno. Em uma mão um livro. Na outra um copo de café da starbucks.
Ele senta, toma um gole do café e começa a ler o livro.
Dá licença que o dia não poderia começar melhor.
Franceses são educados, românticos e lindos!!!!
MEU DEUS!!!!!!!!!
O que eu estou fazendo no Brasil?????????????????????????????????

Esse post era inevitável.
:)

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Primeiro dia em Amsterdam











Amsterdam - Primeiro dia

Se do alto Amsterdam é linda, em terra firme nem se fala.

Mas, vamos a chegada.
Chegar em Amsterdam foi realmente engraçado.
Eu estava bêbada de sono, em uma cidade que não se fala nada além de inglês e holandês.
Então vocês imaginem a situação. Eu cheia de malas, sem muitas indicações de como se chegar no albergue, cheia de sono e em um lugar totalmente desconhecido.
Mas... sempre tem brasileiros perdidos por ai e DEus nunca desampara os loucos. hehehehe
Logo encontrei novamente com o Fernando (eu ainda estou na dúvida se o nome dele é esse) e um casal de brasileiros. Nos dirigimos a máquina de tickets e como Murphy me deu as mãos e os pés na viagem a máquina só aceitava cartões de crédito.
Eu e o casal nos dirigimos ao caixa e compramos um ticket. Eu não disse uma palavra para conseguir isso.
:)
Depois pegamos o trem e descemos na estação central. Até ai tudo bem.
Eu e Fernando descobrimos que tinhamos que pegar os mesmos bondes (1,2 ou 5) e ai nos separamos do casal.
O Inglês do Fernando não era muito melhor que o meu, mas ele não tinha malas e saiu pedindo informações.
O povo de Amsterdam é muito simpático e solicito. Não importa se você não fala a língua deles, eles vão te ajudar de qualquer forma.
Encontramos uma senhora bem velhinha super simpática que nos colocou dentro do bonde. O Fernando desceu dois pontos antes de mim e ai acabou minha ajuda.
Agora era eu sozinha.
Desci do bonde e logo encontrei as placas que me levariam ao albergue. Eu senti tanta raiva de mim por estar com várias malas. Levei uns bons minutos até chegar lá, a todo o momento eu tinha que descansar minhas mãos.
DEi entrada no albergue, mas o quarto só estava liberado às 14 horas. Coloquei minhas malas no locker e fui andar pela cidade.
A primeira providência foi comprar um casaco, porque além do frio eu não agüentava mais olhar para o meu companheiro de Paris.
Quantas lojas em promoção. UMA LOUCURA!Andei muito! Conheci todo o centro de Amsterdam e achei a cidade LINDA!
Almocei e depois fui na casa de Anne Frank. Gostei de lá, mas é um local triste e pesado. Como já havia lido o livro foi apenas uma complementação.
NA volta me perdi e andei muiiiito até encontrar o caminho do albergue.
Quando cheguei lá, tomei um banho, guardei minhas coisas e dei mais uma voltinha na cidade.
Eu estava muito cansada e tinha a intenção de dormir cedo, mas quando cheguei no quarto tinham umas alemãs fazendo a maior zona lá. Elas haviam acabado de chegar e ainda eram sete horas de noite.
Desci para jantar. Comidinha legal a do albergue.
Depois da janta conheci duas brasileiras de BH super gente boa a Ana e a Elisa. Conversamos um pouco e decidimos ir ao bairro da luz vermelha.
Fomos ao mercado e depois fomos para lá. Foi engraçadissimo, porque não encontrávamos o lugar. Quando encontramos foi bem legal. Super diferente da nossa cultura, mas a prostituição sendo legalizada várias coisas são evitadas.
A cada vitrine de mulher um novo comentário.
Só é injusto não existirem vitrines de homens heheheh.
VOltamos de bonde e sem querer demos calote.
O motorista do bonde não falava inglês e não cobrou o ticket. Ficamos com medo do fiscal aparecer. MAs dessa vez Murphy foi nosso amigo.
Ainda batemos um papinho no albergue e fomos dormir. Isso eram duas horas da manhã e eu havia virado a noite.
Nem preciso dizer que estava morta neh.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Um noite longa

Meu vôo para Amsterdam eram as 6:30 da manhã. O primeiro trem para o aerporto saia às 5:30h.
E tinha duas opções;
1ª Pagar setenta euros em um táxi
2ª Ir para aeroporto meia noite.
Decidi ir para o aeroporto meia noite. Com setenta euros eu poderia fazer muitas coisas em Amsterdam.
Quando deram 23;30h eu fui para o metrô. Admito que senti um pouquinho de medo. Afinal de contas eu estava sozinha. Mas foi tudo tranquilo.
Muita gente indo para o aeroporto. E qual não foi minha surpresa ao perceber que muita gente iria virar comigo a noite no aeroporto.
As pessoas levam colchonete, lençol e dormem mesmo.
Cheguei no aeroporto por volta d euma hora da manhã.
LIguei para casa, para minha avó e para meu afilhado e resolvi descansar. Dormi um pouco. MAs além de ser desconfortável dormir em um cadeira com os pés na bagaem, também tem a preocupação.
Quando acordei li um pouco e resolvi gastar meu cartão de telefone.
LIguei novamente para casa e bati altos papos com a Tha, depois liguei para a VIvy. Fiquei mais
de uma hora no tel.
As quatro e meia o checkin abriu e eu fui a primeira a faze-lo.
Lá conheci o Fernando, um brasileiro super gente boa.
Ficamos batendo papo até a hora do embarque.
Eu estava muito cansada.
Entrei no avião, sentei e apaguei.
Não sei como, mas eu não vi nem o avião decolar.
Só acordei no pouso porque meu ouvido doeu.
Logo no pouso percebi que em Amsterdam estava frio e que do alto a cidade era belíssima.

Amanhã escrevo sobre AMS.

Fotinhos do último dia de Paris






















Paris - Dia IV

Quarto e último dia em PAris.
Como combinado na noite anterior com o pessoal, acordei cedo, tomei um banho e fui tomar café. Não consegui encontrar os meninos, mas encontrei a Carla e nós decidimos ir sem ele.
Estava muito frio e eu não conseguia mais olhar para o meu casaco.
Fomos para a TOrre. Encaramos uma filazinha e subimos.
MARAVILHOSO!
A sensação de ver a torre de baixo não é a mesma, mas subir também é muito bom. De lá você consegue ver Paris toda. O senna, a Sacre Crer e tantas outras coisas. Foi realmente demais.
Como agora sou uma pessoa completamente desinibida e que falo várias línguaas (piada tah?) conheci gente na fila e bati altos papos. A típica brasileira que está acostumada com várias horas na fila do banco.
Eu e Carla nos demos bem e bateos longos papos. Ela foi uma exceente companhia.
Dali fomos conhecer o Bairro de LA defende. UM bairro moderno, onde tem um arco moderno e vários prédios de vidro e o mais interessante m cemitério que passa por uma grande parte do bairro.
Sentei aos pés do arco e eu e Carla ficamos batento papo e admirando os franceses.
Os franceses merecem um post a parte hehhe.
Depois fomos ver o cemitério (sem entrar, claro!) e caminhar no shopping. POr lá nos almoçamos.
De lá fomos para Monmatre. Um bairro com cara de antigo, que tem uma igreja LINDA!!!! A sacre Crer!
A igreja fica no alto e proporciona uma visão belissima da cidade.
Entramos na igreja e eu fiz três pedidos, rezei um pouco, visitei a sinstalações e sai.
Sentamos na grama e ficamos ali observando e batento papo. Como dizem em Barcelona lagartenado.
Passeamos pelas lojinhas e eu finalmente comsegui comprar minha nova mala. NEssa altira do campeonato minhas aquisições não cabiam na mochila.
Voltamos para o ábergue. Arrumei minhas coisas. Tomei um banho. Fui para a Internet. Jantei. Bati papo com a Carla e fui para o aeroporto.
A noite seria longa!

Tercero dia em PAris











Paris - Dia III

Bom, no terceiro dia em PAris o mau tempo chegou. MUito frio e muita chuva.
O tempo convidava a ficar no albergue, na cama, dormindo e repondo as energias.
MAs era meu penúltimo dia em Paris, eu quera visitar vários lugares e decidi não me render ao mau tempo e a preguiça.
Calça Jeans, casaco, blusa de manga comprida e guarda chuva e lá fui eu para as ruas parisienses.
Primeiro fui no fonte de Sant Michel e no Boulevar, depois no Pantheon e no Jardim de Luxemburgo (acho que é esse o nome). Fiquei encantada pelo jardim. Apesar da chuva e do vento o lugar era lindo. UM jardim cheio de flores, muito bem cuidado. Em um dia de sol seria o lugar perfeito para se sentar e observar a paisagem. Com a chuva, sentar era meio impossível, mas isso não fez com que eu não admirirasse muito aquele lugar.
Tirar fotos foi meio complicado, afinal poucos turistas tinham se aventurado. MAs o timer da máquina funcionou muito bem.
Dali parti para a Catedral de Notre Dame. UMa igreja muito bonita, onde acendi uma vela e fiz um pedido.
Esta igreja dispoem de guias gratuitos. Conheci muito bem sua história.
Fiquei um bom tempo lá dentro. Primeiro porque estava interessante, segundo porque a chuva e o vento estavam fortissimos.
Quando sai dali meu guarda chuva foi para o lixo. Chovia muito. Tive que comprar uma capa de chuva. Fiquei uma gatinha hehehehehe.
Dei uma volta pelos arredores da catedral, fiz umas comprinhas e almocei uma salada deliciosa.
Depois dali fui caminhar pela cidade, tomar um café e conhecer várias praças, e o centro cultural POmpidor. (acho que é esse o nome - estou sme meu guia). Também fui na praça da Bastilha.
Eu estava muito cansada. Caminhei demais.
Peguei o metrô e fui na Igreja Sant Suplice, aquela super comentada no livro do código Da VInci.
Depois fui para o hospital dos inváldos e do nada conheci um parque lindo. Mais fotos.
Reslvi caminhar um pouco na Champ Elyse.
Quando sai de uma loja chovia muito. Voltei para o álbregue.
CHegando lá bati um papo com uns meninos que conheci e fui tomar um anho.
Quando desci para ir para a internet conheci uma menina a CArla, que me apresentou um amigos.
Fomos lanchar no MC e depois ficamos até as 3 horas da manhã batendo papo no bar do álbergue.
Dia super agitado.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Um sonho de crianca!

Domingo fui a Disney!
Acordei cedo, tomei cafe e la fui eu. Com um pouco de medo de ir sozinha enao conseguir me divertir.
Eu ate tinha companhia (uma menina que conheci no albergue), mas ou eu ia com um amigo ou com minha irma, ou ia sozinha.
Superou qualquer expectativa. FOI O MAXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cheguei la as dez horas e fui para a fila tirar foto com o Mickey. Isso demorou um pouquinho, mas eu tinha que ter essa foto.
Depois disso fui para os brinquedos. Nao sabia por onde comecar. Nao sabia para onde ir. Parecia crianca perdida.
Era tanta coisa, tanta informacao. Escolhi um dos parques e la fui eu.
Brinquei muito, ate que descobri que nas atracoes principais existia um ticket com a hora prevista para vc brincar, sem precisar ficar 50 minutos na fila.
Funciona da seguinte maneira: Vc vai lah passa seu cartao e pega o ticket com um horario aproximado. MAs soh pode ter um ticket de cada vez.
Quando da a hora vc volta no brinquedo e nao pega fila vai direto. OU seja, otimo.Soh que Quando eu passei o meu primeira vez deu um erro e a atendente teve que rodar uma chave para tirar um bilhete para mim. Eu so poderia brincar as 20:25h no brinquedo.
Calma ai. Pensei eu....se eu so brincar neste horario, que horas vou brincar no outro?
Bom....ai eu me senti dsuper esperat. Fui em todas a smaquininhas e contei a historia da primeira para os atendentes. Conclusao consegui todos os tickets ao mesmo tempo hehehehe.
Eu brinquei o temtpo todo, ate as 22 horas.
NO final teve a parada iluminada. FOI O MAXIMO!!!!!! Queima de fogos e show com mickey, pateta e companhia.
Pensei tanto nas criancas e na Tha.
Queria muito que eles estivessem ali comigo.
Foi Fantastico.

sábado, 21 de julho de 2007

Paris

Gente, tem foto nova no orkut.
O teclado eh u,a droga. To sem paciancia para escrever.
BJS

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Dia do amigo!

Feliz dia do amigo a todos os meus amigos!
Queria que muitos de vcs pudessem estar aqui comigo.
Principalmente a minha melhor e eterna amiga THa.
Tuh sabe que eu te amo e que vc me faz falta aqui. Mas vc estah sempre nos meus pensamentos.
BJs galera!"!!!

Paris - Ahhhh Paris.

Cheguei em Paris.
Simplesmente maravilhada.
Vim num voo 'otimo com tv, musiquinha, poltrona maior.... outra coisa.
Cheguei na cidade com um dia lindo. Antes do pouso pude ver a torre. J'a fiquei animadissima.
Vim do aeroporto para o albergue de trem e metro. Cheguei com facilidade aqui, apesar de ser um pouco longe.
Outro albergue. Sem comparacao.
Bonito, limpo e com cara de ser legal.
POr enquanto estou num quarto sozinha, mas nao sei ate quando.
Cheguei, coloquei as coisas no quarto, tomei um banho e fui ao encontro da Torre.
Nao tenho palavras para definir a emocao que senti. Sempre tuive o sonho de conhecer a TOrre.
Eu soh pensava CARALho to em PAris.
Tenho q ligar para a THa. EU TO EM PARIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sozinha, sem falar ingles ou fances. MAs eu to em PARIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A cidade jah me encantou. UM tempo fresco, ruas largas e claras, movimento de gente, mas nao gente correndo ou falando alto pela rua.
Tudo lindo.
Ver a torre foi algo magnifico.
Fiquei horas por l'a. Admirando. E gigantesca!
Cheguei ainda estava de dia e resolvi que ia esperar pela noite.
Comprei um sanduiche e uma coca ligth e sentei na grama. Muitos pensamentos!
A noite foi chegando e a torre se ascendeu. Du Karalho. So falando assim.
Lah mesmo fiz amizade com tres brasileiras. BAtemos muito papo.
Acho que soh lah tirei mais de 50 fotos.
Voltei as onze horas para o albergue. PAssei no MC e aqui estou. ENcantadissima com PAris.
Queria que algumas pessoas pudessem estar comigo.
MAravilhoso.
ACho que depois de uns dias de desenimo em ROma, a viagem vai comecar a ser como eu queria.
Claro que em BArcelona e MAdri foi MAravilhos. MAs ROma me desanimou um pouco.
Voltei ao pique.
Ahhhh PAris!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Roma - Dia III

Hoje foi o dia em Roma.
Andei muiiito. Cada dia que passae ando mais. Mas é necessario, afinal aqui eu soh como pizza e massa hehehe. O povo para gostar dessas comidas.
Hoje visitei varios lugares.
Santa Maria Degli Angeli.
Teatro dlle Opera.
Piazza della republica.
Santa Maria Maggeore.
Collosseo. (MUITO FODA)
Arco di Constantino.
Palatino.
Forum Romano.
Campidoglio.
Monumento a Vittorio Amanuelle II
Forum TRaiano
Pantheon
Palazzo Monticitorio
Fontana de TRevi.
Amei o Colisseu. Um lugar com uma historia magnifica. Varias coisas que eu nao sabia, descobri hj, principalmente pq fui com guia.
A Fontana de TRevi tambem eh linda. Amei.
Fiz meu pedidio, pq nao sou boba.
Depois de andar das 09 horas às 17:30 cheguei no albergue, tomei um banho e fui escrever no diario.
Quando estava deitada conheci uma menina, terminamos batendo papo e ela me convidou para dar uma volta.
Conclusao andei mais. Pelo menos dessa vez tinha com quem conversar. Mesmo que ela em ingles e eu com meu espanhol maravilhoso. hehehehe
NOs entendemos. Isso que importa.
Depois que voltamos para o albergue resolvemos sair para comer algo. encontramos um lugar que tem um espaguete MARAVILHOSO. Um restaurante lindo e o melhor baratinho.
Ja peguei o cartaozinho para quem precisar.
Agora estou aqui na internet com muito sono, mas vicio eh uma droga.

OBS: Mama, papa e hermana (mi espanhol es fueda - heheheh) estou bem. HJ foi meu melhor dia em Roma. Estou preocupada com vcs.
Deixa mensagem aqui ou me manda um email, pois antes de ir para Paris eu vou ler de alguma forma.
BJS
Amo muiuto vcs.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Essa é para o Fe.

Bom.... desde q eu resolvi viajar duas pessoas me apoiaram o tempo todo.
O Fe e a Tha.
a Tha eu nem preciso falar. Mas queria deixar aqui registrado que o Fe foi demais.
Desde o inicio me apoiou em tudo, me ajudou a encontrar albergues, passagens e esteve de bracos abertos para me receber.
ele teve uma paciencia enorme comigo. Lidando com minha indecisao.
Quando cheguei aqui, as coisas deram meio errado, mas nao foi por culpa dele.
Fe comprou chocolate, coca e outras coisas que eu gosto.
Ontem ele deu a maior prova de amizade. Vendo que eu nao estava muito certa de querer ficar sozinh disse que eu nao me preocupasse que qualquer coisa ele vinha me encontrar.
Sao pessoas assim que podemos considerar como amigos.
Fe, vc tem um lugar especial no meu coracao e nao importa a situacao. Vc eh e smepre serah meu amigo.
Obrigada garoto.

Quem tem boca vai a Roma.

Ja diz o velho ditado: "Quem tem boca vai à Roma" e eu sou a prova disso.
Nao sei falar ingles, nem iatliano, arranho no espanhol e estou aqui, conseguindo tudo que quero e indo a todos os lugares que desejo.
Eu e os mapas comecamos a nos entender e eu nao me perdi hj.
Nao q eu me perca muito (to querendo ser boazinha). Mas ir para a direita quando tenho q ir para a esquerda e andar muito a toa era coisa comum. Hoje nao aconteceu nenhum vez.
Hioje, acordei super cedo, às seis e meia. Roma faz milagres.
Tomei café e fui para o VAticano. Cheguei la eram quase oito horas. Uma fila quilometrica, de dar voltas. Fiquei na fila por mais de duas horas para entrar no museu.
La dentro vi varias obras conhecidissimas e isso é realmente muito interessante. Ver todas a s obras que sempre vi em livros e revistas ao vivo foi emocionante. Fiquei lah por horas maravilhada.
Como cultura e arte o Vaticano é show.
Em Roma vc vive a historia. Vc ve tudo que smepre aprendeu ao vivo. Varias horas penso nos meus ex alunos, comos eria legal eles conhecere isso.
Com relaçao a religiao, isso foi a unica coisa que nao vi no Vaticano.
Ostentacao e adoracao ée o que mais vemos por la. Em falar que a igreja prega a pobreza e nao adorar a ninguem, somente a CRisto.... tudo ao contrario.
Quando sai de la, do museu e da Capela Sisitina fui almocar.
Comi um espaguete (aqui soh tem massa) e depois fui caminhar.
Andei muito. Conheci muitas coisas. Queria poder colocar foto. MAs no momento nao eh possivel, soh farei isso (talvez) em Paris.
Adorei a cidade como arte e cultura.
Mas nao sei se consgeuiria morar aqui.
Imagina aquela familia italiana em volta d euma mesa. Todo mundo falando alto, maior confusao.
Isso é Roma. Um transito caotico, o povo falando alto pela rua e a cidade muito, muito, muito cheia. E turista e grupo de excursao por todo lado. E um visual meio conturbado.
O trem de Roma (metro) achei muito ruim.
Mas os momumentos sao lindos.
POr hj, de Roma é so.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Roma - A chegada

Cheguei em Roma.
Cheguei tarde. So deu tempo de ir no albergue, comer e vir na internet.
Amanha mais noticias.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Barcelona - dia 3




Parque Guell (hj poucas fotos porque a internet está uma porcarria)


Parque Guell

Passagem rápida por aqui.

A interet hj está uma poracrria.
Só para nao deixar de atualizar, hoje estive no Parque Guel, Sagrada Família, PAsseio de Gracias, Hospital Sant Paul, Praca de touros e no final do dia fui à praia.
De noite jantei no restaurante Graco.
É isso.
Amanha....rumo a Roma.

domingo, 15 de julho de 2007

BCN 15-07-07 Fotos


Essa é para a Tha.


Gato de Botero


Museu de arte Contemporanea.


Rambla


Praca Catalunya

A baleia (ao fundo. Por favor nao confundam!)


Praia


Estádio olimpico



Palau SanT Jordi (Onde aconteceu as olimpiadas)


Calcada da fama. Olhao o tamanho do pé!!!!!


No teleférico


Cuidado!!!! Vc pode morrer! kkkkkkkkk


Vista de Montjuic

BCN 15-07-07 Fotos

Castell de Montjuic

Museu Miró

Ainda está de dia!

Museu Nacional D'art de Catalunya

Danca das águas (está virada pq eu nao quero perder a qualidade)

Plaquinha na Praca Espanha. Eu e Fe nos divertimos muito com elas.
Cuidado! Nao nade na água, Voce pode levar choque!

Praca Espanha