sexta-feira, 10 de agosto de 2007
O que fica da viagem!
Quando eu programei a viagem, nunca imaginei que poderia chegar tão longe. Nunca imaginei que fosse capaz, de sozinha, alcançar um vôo tão distante. Nunca pensei que fosse capaz de conquistar tantas coisas ao mesmo tempo e nunca pensei que teria sensações e emoções tão fortes quanto as que vivi.
No dia em que comprei a passagem senti um friozinho na barriga, uma mistura de medo e satisfação. Mas eu não sabia o que me esperava.
Foram alguns dias de planejamento. Meses de espera e expectativa.
Eu duvidava de que fosse conseguir viajar sozinha. EU ODEIO IR AO SHOPPING SOZINHA.
Mas a gente pode tudo aquilo que a gente sonha. E a gente é muito mais forte do que a gente espera.
Da viagem eu não trago só lembranças, recordações, fotos ou presentes. Muita coisa ficou, muita coisa mudou. Eu cresci, eu mudei, eu aprendi.
Eu aprendi que solidão é a pior coisa do mundo. Que amigos e família fazem muita falta na minha vida.
Eu descobri que viajar sozinha é o máximo, mas às vezes é um saco.
Que falar sozinha e bater papo consigo mesmo é muito dez e que a gente bate altos papos com nossa cabeça. (papo de maluco).
Que passar um dia sem dar uma palavra e português é terrível.Que aprender inglês é fundamental.
Que você pode ser mudo, surdo ou falar só português, se você quiser você vai chegar.
Eu aprendi que não importa se você está na Europa, no Japão ou em qualquer lugar do Brasil, algumas pessoas, mesmo a quilômetros de distância, estarão ao se lado sempre. E te farão companhia em qualquer situação.
Algumas pessoas foram comigo e viajaram comigo, mesmo distante.
Algumas pessoas me acompanharam e sentiram o que eu senti. Vibraram comigo. Quando eu fiquei triste também ficaram e podiam perceber minhas emoções por uma simples conversa no msn. (Não é Vivy?)
Algumas pessoas vão virar as costas quando você precisar e você terá que ser forte e saber que naquele momento você só pode contar com você.
Também aprendi que quando temos que fazer algo por alguém deve ser independente de reciprocidade. Não podemos cobrar retorno daquilo que fizemos. Mas temos que aprender quando algo nos é negado.
Algumas pessoas vão te oferecer ajuda sem pedir nada em troca, falando: "Calma! Se você quiser vou ai te buscar". E não importa o quanto esse ai seja distante.
São nessas horas que descobrimos quem está do nosso lado, não importa a situação.
Eu redescobri meu amigo, meu pai. O cara que eu amo e que fazia muito tempo que havia esquecido o quanto era meu parceiro.
Eu superei minha timidez e bati muito papo, conheci muita gente.
Perdi muitooooo das minhas frescuras. Dormi em aeroporto, virei noite na porta da casa de amigos, passei a ser mais paciente, mais tolerante e calma. Muito calma, ficar 15 horas em um aeroporto não é fácil. Comi qualquer coisa. Usei roupa amassada e por ai vai.
Eu tive duas grandes perdas antes da viagem e aprendi que não existe nada que nos faça superar aquilo que não queremos. Só superamos quando desejamos.
Hoje eu to mais leve, mais tranqüila e mais feliz.
Hoje eu sou capaz de sair com pessoas que tenho pouca intimidade, bater altos papos e me divertir (Relembrando ontem)
Não foi a Europa ou a viagem que me fizeram assim, foi o meu querer, sem esquecer do apoio de muita gente.
O gostinho da superação dos obstáculos que nós colocamos em nossas vidas não tem como explicar. É bom demais!
Eu pude constatar mais uma vez que educação é tudo. Quem educa a criança reduz muito seus problema com os jovens.
Infelizmente nós somos terceiro mundo e enquanto não houver interesse dos governantes em investir em educação seremos sempre terceiro mundo.
Aqui as pessoas jogam papéis das janelas dos carros, picham os monumentos, poluem as cidades, não dão valor ao que tem.
O governo não investe em educação, em transporte, não estimula uma vida saudável entre tantas coisas.
Se você jogar um papel no chão na Europa, um cidadão comum cata o papel, porque ele simplesmente valoriza o país dele. São essas diferenças básicas que mudam um país.
Eu amo o meu país, mas não vejo solução para ele.
São tantas idéias. Tantos pensamentos que eu até me perco. Esse post terá continuação.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Tentando voltar para casa.
Entre a hora do vôo inicialmente marcada e a hora que cheguei em casa forma 38h entre vôos e aeroportos.
Quinze horas esperando no aeroporto de Madri, 11 horas de vôo, 11 horas no aeroporto de SP e 1 hora de vôo para o Rio.
Descaso, falta de informação e falta de competência marcaram esse dia.
Sem grandes comentários.
Dia que deve ser apagado da viagem.
Madri!
Depois de muito viajar voltei a Madri para poder pegar o vôo de volta para o Rio.
Cheguei em Madri às sete horas, num vôo chatinho, com várias crianças chorando.
Do aeroporto, com minhas várias malas, fui para a casa do Lú.
Cada vez que eu ia para um aeroporto jurava que na próxima viagem não compro nada hehehehe.
Cheguei na casa do Lú, tomei um banho e fiquei um pouco na internet, não sem antes gastar muitos minutos do cartão do telefone que as meninas em Amsterdam haviam me dado.
Quando o Lú chegou do trabalho ficamos conversando um pouco e fazendo inveja na Tha por estarmos juntos. :P
Depois saímos, mas já era meio tarde e os lugares em Madri fecham super cedo.
Primeiro fomos comer um sanduíche em um restaurante, depois fomos tomar uma cerveja (ele, não eu).
A Adriana (amiga do Lú) apareceu por lá r batemos um papo ótimo.
Fomos expulsos várias vezes de vários lugares. Mas foi divertido. Andamos bastante e dessa forma batemos muito papo.
Voltamos para casa por volta das quatro horas da manhã.
O Lú foi dormir e eu fiquei um pouco na internet e organizei minhas coisas.
Fui dormir já eram cinco horas da manhã.
Apaguei e só acordei às dez horas.
Foi só o tempo de tomar um banho, pegar minhas coisas e ir para o aeroporto.
Eu não sabia o que me esperava por lá.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Amsterdam - terceiro e último dia!
Uma cidade calma, fresca e muito bonita. Seus canais, seu verde e sua tranqüilidade com certeza me encantaram.
No último dia em Amsterdam combinei com a Ana e com a Elisa de irmos ao museu da Heineken e de andarmos de bicicleta.
Quando chegamos ao museu descobrimos que só abri às onze horas da manhã, o que atrapalhava um pouco nossos planos, pois eu tinha que sair do albergue às 14:30h.
Quando entramos no museu ADORAMOS!
Um museu diferente, interativo e com várias atrações. Rimos muito! Em um momento era possível fazer um clique com uma música da Heineken. Em outro era possível bater fotos, além de você entrar em um brinquedo e fazer papel da garrafa ou de você fingir que anda de carruagem.
O museu inteiro conta à história da cerveja de forma criativa e participativa. Nós divertimos um bastante lá.
Quando saímos do museu voltamos ao albergue, guardamos as coisas e fomos alugar as bicicletas. Quando chegamos lá, descobrimos que só alugavam as bicicletas por três horas era caro, ou seja, eu não aproveitaria quase nada, pois só podia andar por meia hora.
Decidimos dar uma volta no centro. Comprei algumas coisinhas, almocei e voltei para o albergue.
Peguei minhas malas e fui para o aeroporto.
Dessa vez as malas estavam pesadas, mas eu estava mais tranqüila para carregá-las.
Amsterdam deixou saudades!
domingo, 5 de agosto de 2007
Amsterdam - dia 2
Neste dia eu tinha marcado de sair com as meninas que havia conhecido no albergue. Mas eu estava muito cansada e com sono e resolvi dormir um pouquinho mais. Afinal de contas ninguém merece acordar as seis e meia da manhã.
Quando pensei em ir a Haia ver os moinhos não tinha idéia de como fazer isso.
Como não falo inglês, o jeito foi pegar um papel e uma caneta e escrever o que eu queria. Cheguei na estação do trem e falei para o atendente (em inglês):
- Eu não falo inglês. Você fala espanhol.
Como eu já sabia a resposta, não óbvio. Mostrei o papel e ele me respondeu por escrito. (eu consigo entender, mais ou menos o que escrevem em inglês).
Ele me deu os bilhetes, eu paguei e lá fui eu.
Cheguei em Haia, dei uma volta, vi uns campinhos de flores, um museu e peguei o trem de volta. A graça do passeio estava no trem. Infelizmente foi impossível bater fotos, porque o trem andava rápido. Mas no passeio pude ver os moinhos, antigos e novos, as criações de vacas, algumas casas antigas de holandeses e algumas plantações de flores.
Ótimo passeio.
Quando cheguei em Amsterdam, almocei e fui fazer o passeio de barco. Também foi ótimo, mas não é fundamental.
Fui ao museu Van Gogh que é fenomenal e depois fui comprar as lembrancinhas de Amsterdam.
Em Amsterdam as coisas funcionam de forma diferente, tudo num ritmo mais calmo e mais gostoso.
Pela primeira vez na vida comprei maquiagem para mim. :) Milagres acontecem.
Fui ao albergue, jantei e fui para a internet. Lá encontrei com a Ana e a Elisa e combinamos de ir conhecer um coffe shop de noite com uns argentinos amigos delas.
Voltamos para o albergue, nos arrumamos e lá fomos nós.
Estava muito frio. 13 graus. Só que o frio de lá é diferente do frio daqui porque venta muito e o vento é muito gelado.
Ficamos um bom tempo batendo papo lá no "barzinho".
Quando chegamos ao albergue batemos mais papos, fizemos os planos para meu último dia de Amsterdam e fomos dormir.
Dia surpreendente.
Um post especial!
Mas esse post não falará de lugares e sim dos franceses.
Com a licença de quem tem que dar licença, mas olhar não é pecado e eu quase passei mal na França.
Se Paris é linda os franceses completam o cenário, ou talvez tornem a cidade tão especial.
Para encurtar a história.
Imaginem a cena:
Eu no metrô, indo para algum lugar. Eu com sono, com muita preguiça.
entra no metrô um francês. Nem loiro, nem moreno. Cabelos castanhos claros. Olhos azuis. De terno. Em uma mão um livro. Na outra um copo de café da starbucks.
Ele senta, toma um gole do café e começa a ler o livro.
Dá licença que o dia não poderia começar melhor.
Franceses são educados, românticos e lindos!!!!
MEU DEUS!!!!!!!!!
O que eu estou fazendo no Brasil?????????????????????????????????
Esse post era inevitável.
:)
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Amsterdam - Primeiro dia
Mas, vamos a chegada.
Chegar em Amsterdam foi realmente engraçado.
Eu estava bêbada de sono, em uma cidade que não se fala nada além de inglês e holandês.
Então vocês imaginem a situação. Eu cheia de malas, sem muitas indicações de como se chegar no albergue, cheia de sono e em um lugar totalmente desconhecido.
Mas... sempre tem brasileiros perdidos por ai e DEus nunca desampara os loucos. hehehehe
Logo encontrei novamente com o Fernando (eu ainda estou na dúvida se o nome dele é esse) e um casal de brasileiros. Nos dirigimos a máquina de tickets e como Murphy me deu as mãos e os pés na viagem a máquina só aceitava cartões de crédito.
Eu e o casal nos dirigimos ao caixa e compramos um ticket. Eu não disse uma palavra para conseguir isso.
:)
Depois pegamos o trem e descemos na estação central. Até ai tudo bem.
Eu e Fernando descobrimos que tinhamos que pegar os mesmos bondes (1,2 ou 5) e ai nos separamos do casal.
O Inglês do Fernando não era muito melhor que o meu, mas ele não tinha malas e saiu pedindo informações.
O povo de Amsterdam é muito simpático e solicito. Não importa se você não fala a língua deles, eles vão te ajudar de qualquer forma.
Encontramos uma senhora bem velhinha super simpática que nos colocou dentro do bonde. O Fernando desceu dois pontos antes de mim e ai acabou minha ajuda.
Agora era eu sozinha.
Desci do bonde e logo encontrei as placas que me levariam ao albergue. Eu senti tanta raiva de mim por estar com várias malas. Levei uns bons minutos até chegar lá, a todo o momento eu tinha que descansar minhas mãos.
DEi entrada no albergue, mas o quarto só estava liberado às 14 horas. Coloquei minhas malas no locker e fui andar pela cidade.
A primeira providência foi comprar um casaco, porque além do frio eu não agüentava mais olhar para o meu companheiro de Paris.
Quantas lojas em promoção. UMA LOUCURA!Andei muito! Conheci todo o centro de Amsterdam e achei a cidade LINDA!
Almocei e depois fui na casa de Anne Frank. Gostei de lá, mas é um local triste e pesado. Como já havia lido o livro foi apenas uma complementação.
NA volta me perdi e andei muiiiito até encontrar o caminho do albergue.
Quando cheguei lá, tomei um banho, guardei minhas coisas e dei mais uma voltinha na cidade.
Eu estava muito cansada e tinha a intenção de dormir cedo, mas quando cheguei no quarto tinham umas alemãs fazendo a maior zona lá. Elas haviam acabado de chegar e ainda eram sete horas de noite.
Desci para jantar. Comidinha legal a do albergue.
Depois da janta conheci duas brasileiras de BH super gente boa a Ana e a Elisa. Conversamos um pouco e decidimos ir ao bairro da luz vermelha.
Fomos ao mercado e depois fomos para lá. Foi engraçadissimo, porque não encontrávamos o lugar. Quando encontramos foi bem legal. Super diferente da nossa cultura, mas a prostituição sendo legalizada várias coisas são evitadas.
A cada vitrine de mulher um novo comentário.
Só é injusto não existirem vitrines de homens heheheh.
VOltamos de bonde e sem querer demos calote.
O motorista do bonde não falava inglês e não cobrou o ticket. Ficamos com medo do fiscal aparecer. MAs dessa vez Murphy foi nosso amigo.
Ainda batemos um papinho no albergue e fomos dormir. Isso eram duas horas da manhã e eu havia virado a noite.
Nem preciso dizer que estava morta neh.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Um noite longa
E tinha duas opções;
1ª Pagar setenta euros em um táxi
2ª Ir para aeroporto meia noite.
Decidi ir para o aeroporto meia noite. Com setenta euros eu poderia fazer muitas coisas em Amsterdam.
Quando deram 23;30h eu fui para o metrô. Admito que senti um pouquinho de medo. Afinal de contas eu estava sozinha. Mas foi tudo tranquilo.
Muita gente indo para o aeroporto. E qual não foi minha surpresa ao perceber que muita gente iria virar comigo a noite no aeroporto.
As pessoas levam colchonete, lençol e dormem mesmo.
Cheguei no aeroporto por volta d euma hora da manhã.
LIguei para casa, para minha avó e para meu afilhado e resolvi descansar. Dormi um pouco. MAs além de ser desconfortável dormir em um cadeira com os pés na bagaem, também tem a preocupação.
Quando acordei li um pouco e resolvi gastar meu cartão de telefone.
LIguei novamente para casa e bati altos papos com a Tha, depois liguei para a VIvy. Fiquei mais
de uma hora no tel.
As quatro e meia o checkin abriu e eu fui a primeira a faze-lo.
Lá conheci o Fernando, um brasileiro super gente boa.
Ficamos batendo papo até a hora do embarque.
Eu estava muito cansada.
Entrei no avião, sentei e apaguei.
Não sei como, mas eu não vi nem o avião decolar.
Só acordei no pouso porque meu ouvido doeu.
Logo no pouso percebi que em Amsterdam estava frio e que do alto a cidade era belíssima.
Amanhã escrevo sobre AMS.
Paris - Dia IV
Como combinado na noite anterior com o pessoal, acordei cedo, tomei um banho e fui tomar café. Não consegui encontrar os meninos, mas encontrei a Carla e nós decidimos ir sem ele.
Estava muito frio e eu não conseguia mais olhar para o meu casaco.
Fomos para a TOrre. Encaramos uma filazinha e subimos.
MARAVILHOSO!
A sensação de ver a torre de baixo não é a mesma, mas subir também é muito bom. De lá você consegue ver Paris toda. O senna, a Sacre Crer e tantas outras coisas. Foi realmente demais.
Como agora sou uma pessoa completamente desinibida e que falo várias línguaas (piada tah?) conheci gente na fila e bati altos papos. A típica brasileira que está acostumada com várias horas na fila do banco.
Eu e Carla nos demos bem e bateos longos papos. Ela foi uma exceente companhia.
Dali fomos conhecer o Bairro de LA defende. UM bairro moderno, onde tem um arco moderno e vários prédios de vidro e o mais interessante m cemitério que passa por uma grande parte do bairro.
Sentei aos pés do arco e eu e Carla ficamos batento papo e admirando os franceses.
Os franceses merecem um post a parte hehhe.
Depois fomos ver o cemitério (sem entrar, claro!) e caminhar no shopping. POr lá nos almoçamos.
De lá fomos para Monmatre. Um bairro com cara de antigo, que tem uma igreja LINDA!!!! A sacre Crer!
A igreja fica no alto e proporciona uma visão belissima da cidade.
Entramos na igreja e eu fiz três pedidos, rezei um pouco, visitei a sinstalações e sai.
Sentamos na grama e ficamos ali observando e batento papo. Como dizem em Barcelona lagartenado.
Passeamos pelas lojinhas e eu finalmente comsegui comprar minha nova mala. NEssa altira do campeonato minhas aquisições não cabiam na mochila.
Voltamos para o ábergue. Arrumei minhas coisas. Tomei um banho. Fui para a Internet. Jantei. Bati papo com a Carla e fui para o aeroporto.
A noite seria longa!
Paris - Dia III
O tempo convidava a ficar no albergue, na cama, dormindo e repondo as energias.
MAs era meu penúltimo dia em Paris, eu quera visitar vários lugares e decidi não me render ao mau tempo e a preguiça.
Calça Jeans, casaco, blusa de manga comprida e guarda chuva e lá fui eu para as ruas parisienses.
Primeiro fui no fonte de Sant Michel e no Boulevar, depois no Pantheon e no Jardim de Luxemburgo (acho que é esse o nome). Fiquei encantada pelo jardim. Apesar da chuva e do vento o lugar era lindo. UM jardim cheio de flores, muito bem cuidado. Em um dia de sol seria o lugar perfeito para se sentar e observar a paisagem. Com a chuva, sentar era meio impossível, mas isso não fez com que eu não admirirasse muito aquele lugar.
Tirar fotos foi meio complicado, afinal poucos turistas tinham se aventurado. MAs o timer da máquina funcionou muito bem.
Dali parti para a Catedral de Notre Dame. UMa igreja muito bonita, onde acendi uma vela e fiz um pedido.
Esta igreja dispoem de guias gratuitos. Conheci muito bem sua história.
Fiquei um bom tempo lá dentro. Primeiro porque estava interessante, segundo porque a chuva e o vento estavam fortissimos.
Quando sai dali meu guarda chuva foi para o lixo. Chovia muito. Tive que comprar uma capa de chuva. Fiquei uma gatinha hehehehehe.
Dei uma volta pelos arredores da catedral, fiz umas comprinhas e almocei uma salada deliciosa.
Depois dali fui caminhar pela cidade, tomar um café e conhecer várias praças, e o centro cultural POmpidor. (acho que é esse o nome - estou sme meu guia). Também fui na praça da Bastilha.
Eu estava muito cansada. Caminhei demais.
Peguei o metrô e fui na Igreja Sant Suplice, aquela super comentada no livro do código Da VInci.
Depois fui para o hospital dos inváldos e do nada conheci um parque lindo. Mais fotos.
Reslvi caminhar um pouco na Champ Elyse.
Quando sai de uma loja chovia muito. Voltei para o álbregue.
CHegando lá bati um papo com uns meninos que conheci e fui tomar um anho.
Quando desci para ir para a internet conheci uma menina a CArla, que me apresentou um amigos.
Fomos lanchar no MC e depois ficamos até as 3 horas da manhã batendo papo no bar do álbergue.
Dia super agitado.

