A preguiça é um pecado capital. E hoje como me deixe levar por ela, tive o castigo que merecia hehehe.
Inacreditavelmente a história que vou contar é verdade. Mas o inacreditável é que eu não perdi o bom humor...
Hoje eu tinha que ir à UERJ. Estava com muita preguiça de ir de carro. Dirigir um tempão, procurar vaga e depois voltar no engarrafamento.
Decidi que iria de ônibus.
Minha irmã tentou me alertar das dificuldades de andar de 383 (ela achou que eu tivesse esquecido). Mas eu estava decidida.
Sai de casa e fui para o ponto.
Que sorte! Em menos de cinco minutos veio o ônibus, entrei e sentei. Isso me possibilitou ler um pouco, descansar, pensar....
Cheguei a UERJ em menos de uma hora.
Ainda não poderia falar que tinha feito a escolha certa, afinal de contas ainda tinha a volta.
Fiquei um pouco mais de duas horas na UERJ
Quando sai fui para o ponto e rapidamente veio o ônibus e eu SENTEI. Incrível não?
O ônibus encheu, mas eu estava sentada, sem problemas, olhando a rua, vendo a chuva....
Tinha feito a escolha certa. Não me cansei dirigindo e não me estressei com o trânsito.
Mas.... quando chegou em Quintino o que acontece/
O Ônibus lotado quebra!!!!!
Eu só fiquei imaginando como eu de blusa branca, sairia do ônibus para entrar no outro que estaria lotado.
Detalhe eu não tinha guarda-chuva.
Decidi não descer do ônibus, afinal chovia muito e eu não queria me molhar.
Quando veio o outro ônibus (lotado) eu fiz uma coisa surpreendente. Sai do ônibus correndo e entrei no outro. Eu Fui a primeira. Não me perguntem como consegui isso.
Minhas corridas e caminhadas fizeram efeito.
Quando entrei no ônibus vi que a situação era pior do que eu imaginava. Não precisei nem me segura e fiz uma sauna grátis. Porque com a chuva todo mundo resolveu fechar a janela e ficou muito quente.
Depois de superada essa etapa, surgiu uma outra preocupação.... eu não tinha guarda-chuva. O que faria quando descesse do ônibus.
Comecei a pensar na minha capa de chuva. Porque eu tenho hábitos franceses e agora só uso capa de chuva (hehehehe).
A capa de chuva estava no carro. Logo eu tinha cometido dois erros: ir de ônibus e deixar a capa de chuva no carro.
Quando desci, tive que vir correndo, pegando toda a chuva e me preocupando com a blusa, que graças a DEus não me causou problemas.
Dessa história ficam dois aprendizados:
1° da próxima vez tenho que perder a preguiça e dirigir. Não é certo encher o ônibus. Coitada das pessoas que precisam usar o ônibus.
Dane-se consciência ecológica.
2º Capa de chuva deve ficar na bolsa, visto que eu raramente precisarei dela estando de carro.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Para não esquecer!
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Não sei se o mundo é bão.
Minha cor
Minha flor
"Meu caro"
Quarta estrela
Letras, três
Uma estrada
Não sei se o mundo é bão
Mas ele ficou melhor
Quando você chegou
e perguntou:
Tem lugar pra mim?
Espatódea
Gineceu
Cor de pólen
Sol do dia
Nuvem branca
Sem sardas
Não sei quanto o mundo é bão
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E explicou
O mundo pra mim
Não sei se esse mundo está são
Mas pro mundo que eu vim já não era
Meu mundo não teria razão
"Se não fosse você"
Ultimamente tenho ouvido bastante o cd do Nando Reis. Toda vez que toca essa música, ele vem em meus pensamentos.
Meu pequeno.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Dois meses.
Hoje fazem dois meses que eu cheguei lá.
As expectativas já não eram as mesmas do início da viagem. Eu estava cansada, vindo de Roma, sem dormir direito, sozinha, sem ter tido muito com quem conversar. Os planos haviam mudado. A questão da língua começava a complicar.
Se no início eram 5 dias em Paris, em Roma mudei de planos. A idéia passou a ser chegar em Paris, ver a torre e dormir por lá no máximo um dia e voltar para Barcelona ou mesmo para o Brasil.
Cheguei em Paris sozinha, fui para o albergue e quando cheguei lá descobri que minha reserva havia sido cancelada. Comecei a ter certeza que estava na hora de voltar.
Resolvi ir logo na torre e decidir o que faria a partir desse momento.
Pedi informações de como se chegava lá e fui.
Tudo mudou quando cheguei lá...
Assim que sai do metrô avistei a torre. Gigantesca, imponente, maravilhosa. Exatamente como eu imaginava.
Quando cheguei em frente a ela, tinha um senhor brasileiro que estava tirando esse tipo de foto que coloquei. Pedi que ele tirasse uma para mim e dai em diante foram muitas, muitas fotos.
Apesar de ser mais de sete horas da noite o dia ainda estava claro. O local estava muito cheio. Eu queria esperar anoitecer. Dei uma volta pelo quarteirão. Queria observar a torre de todos os cantos.
O clima estava muito gosto. Os 46 graus de Roma já haviam ficado para trás. Um friozinho maravilhoso fazia parte do cenário.
Quando voltei para a Torre lembrei que só havia tomado café da manhã. Comprei um sanduíche, uma coca-cola e sentei na grama.
Pensei em tantas coisas, em tantas pessoas. Queria muito que muita gente estivesse ali, mas estar ali sozinha foi muito bom.
Eu estava realizando um sonho e os pensamentos voaram.
Confesso que me senti "foda" naquele momento. Eu havia chegado em Paris "sem ajuda de ninguém", me virando como podia, falando como sabia. O sentimento era inexplicável.
Fiquei muito tempo deitada no chão, pensando e observando.
Fiz amizade, bati papo e me emocionei quando as luzes acenderam.
Quando sai dali tinha uma certeza, tinha feito a coisa certa. A viagem tinha sido minha melhor escolha.
Outra certeza é que no futuro quero voltar com alguém ali, para deitar na grama, com um cobertor e um vinhozinho. Não existe lugar mais romântico.
No momento, uma saudade danada desse lugar e muita, muita vontade de voltar para lá e por lá ficar um bom tempo.... para isso acho que ainda não tenho coragem.
domingo, 16 de setembro de 2007
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Falar sozinha!
Essa semana estava conversando com um amigo sobre falar sozinha.
A conversa começou devido a um post neste blog em que eu falava sobre isso.
Desde segunda comecei a prestar atenção.
Eu falo MUITO sozinha. Não que eu fique em casa conversando comigo mesmo, mas dirigindo é incontrolável.
Desde papos bobos sobre o trânsito até altas divagações sobre a minha vida, rolam todos os assuntos enquanto estou lá, no carro com minha música e meus pensamentos.
Quem vê do lado de fora deve ficar imaginando "Tadinha dessa menina...louquinha".
Mas confesso, quando percebo que alguém está olhando finjo que estou cantando.
Em falar em dirigir, quem lê esse blog (ninguém comenta, mas o blog tem bastante acesso diário), poderia sugerir música para eu gravar e fazer cds bem legais para o carro?
Não aguento mais os meus cds.
A conversa começou devido a um post neste blog em que eu falava sobre isso.
Desde segunda comecei a prestar atenção.
Eu falo MUITO sozinha. Não que eu fique em casa conversando comigo mesmo, mas dirigindo é incontrolável.
Desde papos bobos sobre o trânsito até altas divagações sobre a minha vida, rolam todos os assuntos enquanto estou lá, no carro com minha música e meus pensamentos.
Quem vê do lado de fora deve ficar imaginando "Tadinha dessa menina...louquinha".
Mas confesso, quando percebo que alguém está olhando finjo que estou cantando.
Em falar em dirigir, quem lê esse blog (ninguém comenta, mas o blog tem bastante acesso diário), poderia sugerir música para eu gravar e fazer cds bem legais para o carro?
Não aguento mais os meus cds.
Ninguém merece.
Dizem que depois da tempestade sempre vem a bonança.
Essa semana aconteceu diferente, primeiro a bonança...depois a tempestade.
Ninguém merece depois de um final de semana ótimo, dormir todos os dias depois de duas horas da manhã, ficar gripada, com dor no corpo, na cabeça e na garganta e não conseguir dar conta do que tem que fazer.
Hoje eu consegui fazer realengo - uerj - puc - sulacap.
Pelo menos o final de semana parece que vai ser bom. Adoro quando eu tenho que escolher o que farei!
:)
Essa semana aconteceu diferente, primeiro a bonança...depois a tempestade.
Ninguém merece depois de um final de semana ótimo, dormir todos os dias depois de duas horas da manhã, ficar gripada, com dor no corpo, na cabeça e na garganta e não conseguir dar conta do que tem que fazer.
Hoje eu consegui fazer realengo - uerj - puc - sulacap.
Pelo menos o final de semana parece que vai ser bom. Adoro quando eu tenho que escolher o que farei!
:)
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Feriado, tudo que eu precisava.
Eu estava precisando de férias, mesmo tendo voltado da Europa a tão pouco tempo.
Mas a verdade é que a viagem foi ótima, mas muito cansativa e os acontecimentos que ocorreram no mês de agosto fizeram com que eu perdesse todo o meu pique.
O melhor de tudo é que nada do feriado foi planejado ou pensando.
Inicialmente eu não iria, estava super desanimada, meio sem ter com quem ir... mas tudo se resolveu de repende.
Bruno me pegou em casa e das 22 horas de quinta-feira e até às 16 horas de domingo não houve um momento onde a diversão não fosse a prioridade.
Não houve engarrafamento, indecisão, falta de ter ido a praia ou ronco que estragassem um minuto do feriado.
Bruno, impagável como sempre, ensinou a todos a utilizar a via expressa.
Não haviam planos, a única ordem era....deu vontade tem que fazer.
Faltou ir à praia, afinal de contas estou quase ficando transparente...mas isso a gente resolve na Barra da Tijuca ou no quintal de casa mesmo.
Um final de semana prolongado sem estresses, sem pensar em problemas, em textos para estudar. Sem lembrar de coisas ruins ou que me deixassem tristes.
Feriado perfeito.
Quando é o próximo hein?
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Quatro amigas...
Os textos do blog não andam muito em ordem cronológica, mas estou tentando atualizá-lo com as coisas de importante que aconteceram enquanto eu simplesmente não tinha tempo de vir aqui.
Não que eu já tenho tempo, mas não quero esquecer o que tenho vontade de escrever.
Agora vamos ao post.
Mais uma vez estávamos nós quatro reunidas. Em uma mesinha de bar quatro pedagogas há alguns anos formadas. Basicamente as quatro trabalhando com educação. Muitas coisas mudaram, muitas coisas continuaram iguais.
O tempo não trouxe grandes mudanças físicas. Uma casada, duas solteiras e uma com o antigo namorado. Nenhum sobrinho ainda chegou ao grupo.
Tanta coisa aconteceu ao longo desses dois anos sem encontro, mas a amizade não mudou. Continua lá, do mesmo jeito do último encontro.
Risadas foram predominantes durante as horas que passamos juntas. Parece que o tempo voltou, que continuávamos as mesmas que pegávamos o 383 juntas enquanto uma volta de carro para casa.
Foi com elas que eu aprendi muita coisa. Foram elas que dividiram comigo as aulas matadas para namorar, que assinaram para mim enquanto eu chegava atrasada por causa do trabalho, que dividiram comigo as minhas chatices por querer tudo sempre certo. Foi com elas que me tornei mais descontraída.
As histórias no 383, que poderiam formar um livro, são revividas a cada encontro. O joelho que saiu do lugar, o desmaio dentro do ônibus, os tombos, as sardinhas em lata e tantas outras coisas.
A faculdade não trouxe só o conhecimento pedagógico. Trouxe também amizades que ficarão, independente do intervalo entre os encontros.
Foram 3 horas juntas a base de muita conversa e muita coisa engraçada. Que o próximo não demore tanto tempo para acontecer.
E o melhor de tudo....
Quando cheguei em casa a amiga que faltava tinha me achado no orkut.
Batemos um longo papo no msn. Agora só falta ela voltar para o grupo estar completo.
Não que eu já tenho tempo, mas não quero esquecer o que tenho vontade de escrever.
Agora vamos ao post.
Mais uma vez estávamos nós quatro reunidas. Em uma mesinha de bar quatro pedagogas há alguns anos formadas. Basicamente as quatro trabalhando com educação. Muitas coisas mudaram, muitas coisas continuaram iguais.
O tempo não trouxe grandes mudanças físicas. Uma casada, duas solteiras e uma com o antigo namorado. Nenhum sobrinho ainda chegou ao grupo.
Tanta coisa aconteceu ao longo desses dois anos sem encontro, mas a amizade não mudou. Continua lá, do mesmo jeito do último encontro.
Risadas foram predominantes durante as horas que passamos juntas. Parece que o tempo voltou, que continuávamos as mesmas que pegávamos o 383 juntas enquanto uma volta de carro para casa.
Foi com elas que eu aprendi muita coisa. Foram elas que dividiram comigo as aulas matadas para namorar, que assinaram para mim enquanto eu chegava atrasada por causa do trabalho, que dividiram comigo as minhas chatices por querer tudo sempre certo. Foi com elas que me tornei mais descontraída.
As histórias no 383, que poderiam formar um livro, são revividas a cada encontro. O joelho que saiu do lugar, o desmaio dentro do ônibus, os tombos, as sardinhas em lata e tantas outras coisas.
A faculdade não trouxe só o conhecimento pedagógico. Trouxe também amizades que ficarão, independente do intervalo entre os encontros.
Foram 3 horas juntas a base de muita conversa e muita coisa engraçada. Que o próximo não demore tanto tempo para acontecer.
E o melhor de tudo....
Quando cheguei em casa a amiga que faltava tinha me achado no orkut.
Batemos um longo papo no msn. Agora só falta ela voltar para o grupo estar completo.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Saudade dói.
Quem nunca sentiu, um dia, com certeza sentirá saudade.
De todos os sentimentos do mundo, para mim, não existe pior.
Saudade da infância, do amigo da infância que juramos amizade eterna e que por vários motivos nunca mais vimos. Saudade do jardim de infância onde nossa única obrigação era cobrir pontinhos e brincar no parquinho.
Saudade da adolescência, das dúvidas e questionamentos. Do primeiro beijo, dos papos entre amigos. Da banda que foi formada. Das amigas. De ler Carícia e tantas outras revistas. Das festinhas entre amigos, onde um levava refrigerante e o outro salgadinho.
Saudade da festa maravilhosa que você teve. Da viagem inesquecível. Da comida que você só conheceu naquele lugar.
Saudade do namorado. Do amigo que foi morar longe. Da amiga que casou e não vai mais para a noitada ou ao shopping com você.
Saudade do cheiro de um lugar inesquecível ou do cheiro daquela comida que você adora.
Saudade.
Já senti saudade. Saudade de todo tipo. Saudade gostosa. Saudade enlouquecedora. Saudade grande. Saudade pequena...
Mas nunca tinha experimentado a saudade do nunca mais (pelo menos neste plano de vida).
Saudade que não enlouquece. Saudade que não é gostosa.
Saudade que dá um nó na garganta, que em silêncio dói lá no peito e ninguém pode sentir ou perceber.
Saudade do nunca mais, talvez a mais silenciosa, talvez a que mais doa.
Saudade em saber que você nunca mais verá. Nunca mais sentirá a mão, o cheiro, o olhar. Saudade de você saber que os dias 10 de junho nunca mais serão dias de comemoração. Saudade de jogar buraco, de ter quem abrisse o portão e teimasse em ficar atrás do carro.
Saudade de vê-lo no sofá. De conversar.
Saudade de segurar em sua orelha, uma das minhas prediletas.
Saudade de não poder mais pegar jabuticaba, manga e acerola. De vê-lo teimando em subir nas escadas.
Saudade de vê-lo andar de bicicleta....
Saudade que chega devagar e que vai ficando, quietinha, sem grandes sinais exteriores.
Saudade de quem eu amei e tive certeza que soube do meu amor.
Saudade de alguém que deve estar em um ótimo lugar.
Mas essa saudade, que teima em ficar....
De todos os sentimentos do mundo, para mim, não existe pior.
Saudade da infância, do amigo da infância que juramos amizade eterna e que por vários motivos nunca mais vimos. Saudade do jardim de infância onde nossa única obrigação era cobrir pontinhos e brincar no parquinho.
Saudade da adolescência, das dúvidas e questionamentos. Do primeiro beijo, dos papos entre amigos. Da banda que foi formada. Das amigas. De ler Carícia e tantas outras revistas. Das festinhas entre amigos, onde um levava refrigerante e o outro salgadinho.
Saudade da festa maravilhosa que você teve. Da viagem inesquecível. Da comida que você só conheceu naquele lugar.
Saudade do namorado. Do amigo que foi morar longe. Da amiga que casou e não vai mais para a noitada ou ao shopping com você.
Saudade do cheiro de um lugar inesquecível ou do cheiro daquela comida que você adora.
Saudade.
Já senti saudade. Saudade de todo tipo. Saudade gostosa. Saudade enlouquecedora. Saudade grande. Saudade pequena...
Mas nunca tinha experimentado a saudade do nunca mais (pelo menos neste plano de vida).
Saudade que não enlouquece. Saudade que não é gostosa.
Saudade que dá um nó na garganta, que em silêncio dói lá no peito e ninguém pode sentir ou perceber.
Saudade do nunca mais, talvez a mais silenciosa, talvez a que mais doa.
Saudade em saber que você nunca mais verá. Nunca mais sentirá a mão, o cheiro, o olhar. Saudade de você saber que os dias 10 de junho nunca mais serão dias de comemoração. Saudade de jogar buraco, de ter quem abrisse o portão e teimasse em ficar atrás do carro.
Saudade de vê-lo no sofá. De conversar.
Saudade de segurar em sua orelha, uma das minhas prediletas.
Saudade de não poder mais pegar jabuticaba, manga e acerola. De vê-lo teimando em subir nas escadas.
Saudade de vê-lo andar de bicicleta....
Saudade que chega devagar e que vai ficando, quietinha, sem grandes sinais exteriores.
Saudade de quem eu amei e tive certeza que soube do meu amor.
Saudade de alguém que deve estar em um ótimo lugar.
Mas essa saudade, que teima em ficar....
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